O TRE-AM apurará o desequilíbrio?
Cabe ao TRE-AM investigar o desequilíbrio.
O STJ inicia o julgamento do recurso do ex-governador Wilson Lima. Bastidores apontam chance real de condenação e inelegibilidade.
A PEC 221 de 2019, que extingue a jornada de trabalho 6×1, entrou na pauta da CCJ desta quarta-feira. O relator Omar Aziz já apresentou relatório favorável ao fim da escala.
De acordo com a pesquisa Quaest, o principal problema do Amazonas é a saúde pública, com 32%, e a violência vem em segundo lugar, com 17%.
Pesquisa da Rede Globo no Amazonas aponta o senador Omar com 33% dos votos válidos. Ele lidera a disputa com uma vantagem de 10% sobre o segundo colocado.
Projeta e o mistério das pesquisas que não gostam de aparecer. Quatro pesquisas: três não divulgadas e uma considerada irregular, com multa. Credibilidade? Os números da Projeta respondem.
A Projeta acerta que vai errar novamente. Uma pesquisa que não possui nenhuma qualidade técnica e científica. Olhe para 2024 e a certeza dos equívocos são óbvias.
Erro de grafia atravessa duas décadas nas bases financeiras e simboliza lacunas de identificação e transparência da unidade.
Decisões antigas puniram fracionamento e dispensas indevidas; base atual ainda não permite reconstruir 78 contratações.
Maior fornecedora histórica da Zeno, Limpamais está inapta; CACE também tem pagamentos após o último aditivo localizado.
TITA e E da Cunha recebem valores recorrentes; outras unidades publicam TACs para serviços sem cobertura contratual.
Documentos reconstituem a trajetória política de Roberto Cidade; coincidências temporais não são tratadas como prova de ilícito.
CTA recebeu R$ 71,2 mi e KAELE R$ 62,3 mi; consultas públicas deixam lacunas sobre contratos, vigências e adesões.
Cota parlamentar cresceu 54% em 2025; base registra deputados como credores e não revela quem vendeu aos gabinetes.
Cinco anos concentraram 76,1% da execução de nove exercícios da ALEAM; publicidade e locomoção puxam cifras milionárias.
Pessoal e encargos consumiram 83% dos R$ 206,9 milhões pagos; para as demais despesas, restaram cerca de R$ 35 milhões.
Alfredo da Matta pagou em 2025 contas de 2015 e tem contratos milionários não localizados nos portais oficiais.